Vereadora discute reorganização das hortas comunitárias do Parque Esperança

Vereadora esteve com participantes do projeto Horta Comunitária e com o Secretário Thiago Biagioni

A vereadora Lígia Podestá (DEM) esteve, recentemente, com moradores do Jardim Esperança, zona sul da cidade, a fim de discutir as condições dos terrenos emprestados pela Prefeitura para o plantio de legumes e verduras, dentro do projeto Horta Comunitária. De acordo com a parlamentar, a intenção é apoiá-los junto à Secretaria de Serviços Públicos para uma reorganização desses espaços e um novo cadastramento dos participantes do projeto.

Lígia explicou que as hortas não estão padronizadas de forma adequada e que, no decorrer dos anos, algumas pessoas deixaram de cuidar do espaço. “O que estamos sugerindo à Prefeitura é o fortalecimento desse projeto, que é tão importante para aquela comunidade. É preciso padronizar, por exemplo, as cercas existentes e construir os passeios. Uma reivindicação dos moradores é, inclusive, a construção de uma pista de caminhada em toda a extensão das hortas”, enfatizou.

Lígia solicitou ao Executivo a limpeza de área próxima ao CAIC, no Jardim Esperança

A vereadora lembrou que, no início do projeto, a finalidade das hortas comunitárias era abastecer um galpão, construído pela Prefeitura, para vender produtos a preços menores a famílias de baixa renda. “Infelizmente, o projeto chamado Sacolão da Economia não teve continuidade e, hoje, o local encontra-se fechado. No entanto, muitas pessoas continuam cuidando das hortas comunitárias. Nossa intenção é fazer com que o objetivo inicial deste projeto seja realmente efetivado em beneficio daquela comunidade”, disse.

 

CAIC

Além da questão das hortas comunitárias, a vereadora também solicitou ao Executivo a limpeza dos terrenos localizados ao redor do prédio da Escola Municipal CAIC Professor Arino Ferreira Pinto, no bairro Jardim Esperança. Lígia destacou que, com as últimas chuvas, os estudantes estão tendo dificuldades para realizar o trajeto da escola até suas casas. “Pedimos à secretaria competente providências naquele trecho devido ao mato alto e à falta de estrutura para caminhada. Sugerimos a construção de um elevado ou até mesmo a colocação de cascalho para dar mais segurança durante o trajeto dos alunos. Muitas mães estão preocupadas também com relação a animais peçonhentos já encontrados no trecho”, afirmou.

Em setembro de 2014, quando assumiu durante 30 dias uma cadeira na Câmara, a parlamentar apresentou um requerimento solicitando informações do Executivo sobre a viabilidade de interligação das pistas da avenida Hércules Frison. Tal obra, caso executada, facilitaria a passagem de moradores do Jardim Esperança e resolveria o problema enfrentado hoje pelos alunos. “Essa via é interrompida na confluência com a rua Dr. Carlos Eduardo Silva, o que dificulta a travessia e obriga os pedestres a buscarem outro trajeto mais longo. Pretendo reiterar esse pedido, a fim de que o problema seja resolvido em definitivo”, concluiu.

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